O coração é uma coisa estranha.
Um órgão tão indispensável
e tão indiferente.
Amar é padecer no paraíso. É ser feliz e sofrer,
é sentir falta de algo que nem se sabe o quê.
Seria bom se o coração fosse de papel.
Aí a gente escreveria até não ter espaço, ou até furar, ou até não querer mais escrever.
A gente observaria o que foi escrito, tentando não misturar com as linhas que sumiram sob o efeito de uma borracha.
E então a gente desmancharia o que ficou velho, ou que se tornou uma inverdade.
Sempre atualizando os dados desse pobre e precário coração.
Mas o coração não é de papel
e cada sentimento é um salto à ignorância.
Tudo parece ficar e ser gravado nesse parvo coração.
Na vida real é difícil se livrar das linhas que já foram escritas; tanto por apego à essas, como por medo das próximas e a dúvida de se essas próximas um dia existirão.
Cada um quer se poupar. E é nesse momento que as coisas arrebentam feito água na areia...
apertam, sufocam, machucam.
E todas essas bocas néscias não vertem meia só palavra do mar de angústias que esses corações encerram.
A gente pensa : " Ah, se eu pudesse apagar..."
Mas se a gente quiser; a gente apaga.
Última frase adaptada, mas caiu como uma luva pro que eu queria dizer.
;
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Esse blog tá às moscas...
mas eu não tenho tido muito o que escrever aqui.
Infelizmente as idéias alheias nem sempre são respeitadas- dirá compreendidas- e minha paciência tem andado por um fio, ultimamente.
Não gosto de perder tempo, visto que sempre acaba dia e sobram coisas à fazer.
Não gosto de desperdiçar meu ponto de vista. Concorda? Ótimo. Não concorda? Paciência. Disposição pra sentar e insistir ( quem sabe pedir ) um pouco de aceptibilidade eu nunca tive; e acho difícil que isso mude um dia.
E, além do mais, atualmente eu não tenho ligado pra isso.
Ninguém pode calar dentro em mim...
essa chama que não vai passar.
É mais forte que eu; e não quero dela me afastar.
Eu não posso explicar como foi e nem quando ela veio
Mas só digo o que penso;
só faço o que gosto
e aquilo o que creio.
Se alguém não quiser entender e falar...
Pois que fale.
Eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe.
E se à alguém interessa saber, sou bem feliz assim.
Muito mais do que quem já falou
ou vai falar de mim.
Palavras de uma mente limitadamente mutável, mas dentro de um propósito.
;
mas eu não tenho tido muito o que escrever aqui.
Infelizmente as idéias alheias nem sempre são respeitadas- dirá compreendidas- e minha paciência tem andado por um fio, ultimamente.
Não gosto de perder tempo, visto que sempre acaba dia e sobram coisas à fazer.
Não gosto de desperdiçar meu ponto de vista. Concorda? Ótimo. Não concorda? Paciência. Disposição pra sentar e insistir ( quem sabe pedir ) um pouco de aceptibilidade eu nunca tive; e acho difícil que isso mude um dia.
E, além do mais, atualmente eu não tenho ligado pra isso.
Ninguém pode calar dentro em mim...
essa chama que não vai passar.
É mais forte que eu; e não quero dela me afastar.
Eu não posso explicar como foi e nem quando ela veio
Mas só digo o que penso;
só faço o que gosto
e aquilo o que creio.
Se alguém não quiser entender e falar...
Pois que fale.
Eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe.
E se à alguém interessa saber, sou bem feliz assim.
Muito mais do que quem já falou
ou vai falar de mim.
Palavras de uma mente limitadamente mutável, mas dentro de um propósito.
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